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Atualizado: 12 de set. de 2023


Como frequentadores assíduos do Norte Shopping que somos, uma das coisas que mais sentíamos falta por lá era de um espaço gastronômico decente, com bons restaurantes e uma área de convivência mais ampla. Não que as praças de alimentação do shopping fossem ruins - tem Outback, todos os fast foods, pizzaria, comida japonesa, etc -, mas durante muito tempo esteve aquém de seu maior concorrente da vizinha Del Castilho.


No entanto, isso mudou depois da inauguração do Taste Lab, o novo coletivo gourmet do Norte Shopping. Lançado no final de novembro, o espaço eleva o patamar gastronômico do shopping, reunindo dezenas de ótimos restaurantes em uma área de 1700 metros quadrados.


Logo de cara, o Taste Lab impressiona. A pequena porta de entrada esconde um espaço gigantesco, com decoração super moderna, um telão de LED e som ambiente. Muito além da gastronomia, o local também deve se destacar pelo amplo circuito cultural. O espaço também deve receber eventos musicais em breve.


Os restaurantes ficam um ao lado do outro, num formato parecido com praça de alimentação. Entre eles, destacam-se os petiscos do Katita, da chef Kátia Barbosa, o Seu Porkinn, do campeão do Masterchef Rafa Gomes, a excelente pizzaria Cobre, o português Tasca Filho D'Mãe, a cervejaria Noi e a badalada hamburgueria T.T. Burger.


Também há opções locais famosas, como uma filial do Bar Bobô, clássico do Méier, e outra do Blend, conhecida casa de carnes do Cachambi. Ainda estão previstos inaugurar os famosos Do Batista, dos chefs Batista e Claude Troisgros; o badalado japonês Katmandu, entre outros.


Nossas primeiras experiências no Taste Lab foram excelentes. Entre os chopes do Noi e algumas long necks de Stella Artois, experimentamos os deliciosos bolinhos de feijoada da Katita (R$ 6 a unidade), com direito a uma prova de torresmo. Ao lado do Katita, outra novidade para nós foi o Seu Porkinn, que como o nome sugere, é especializado em cortes suínos. A pipoquinha de torresmo e o Porkin Bowl - uma mistura de carne de porco em lata com temperos mexicanos -, são ótimas pedidas por lá.


Outro petisco que nos conquistou no Taste Lab foi o croquete de costela do Bobô Bar. Seis unidades de um senhor croquete com crosta crocante e massa super recheada. Simplesmente divino! Duda ainda pediu o drink na banheira do Blend para acompanhar.


Serão necessárias várias visitas ao local para conhecer todos os restaurantes, mas uma coisa é certa: o Taste Lab já elevou o patamar gastronômico da nossa segunda casa.


Veja nossa experiência completa no vídeo abaixo:



 
 
 

Casas antigas, mesas na calçada, ruas estreitas, vizinhas na janela batendo papo. O clima é de subúrbio (ou de interior), mas não se engane. Tudo isso acontece no meio de uma das regiões mais movimentadas da zona sul do Rio de Janeiro: o bairro de Laranjeiras. É nesse cenário que está inserido o Armazém Cardoso, um típico boteco carioca.


O bar fica localizado na Rua Cardoso Júnior, uma bucólica rua de ladeiras que parece uma extensão do bairro de Santa Teresa. As mesas são dispostas na esquina da Rua Aparício Borges, bem próximo à famosa Quadra do Cardosão. Ali o tempo parece não passar. Entre cervejas geladas e ótimos petiscos, nos sentimos inseridos num clima de interior.


A dica por ali é fazer quase um “rodízio” próprio de petiscos, pedindo-os por etapas. Sugerimos a moela ao molho (R$ 20), a coxinha de frango com curry (porção por R$ 15) e o maravilhoso croquete de rabada (R$ 15), sem dúvida um dos melhores tira-gostos da cidade. Há outras opções igualmente celebradas como o Harumaki de Carne Seca (R$ 22), além dos pratos como a Feijoada Completa (R$ 79 p/ 2 pessoas), a Moqueca de Camarão (R$ 82 p/ 2 pessoas) e a Moqueca de Badejo (R$ 82 p/ 2 pessoas). Todos uma delícia!


Se tiver disposição e não tiver exagerado nas Brahmas, desça as ladeiras da Cardoso Júnior a pé e aproveite para parar em um pequeno mirante com vista para o Cristo Redentor para fazer fotos. Para descer todo santo ajuda!


Veja nossa experiência completa no vídeo abaixo:



 
 
 

Parece difícil de imaginar que a poucos metros de uma das mais movimentadas avenidas do Rio de Janeiro fica um dos bairros mais bucólicos da cidade. Isolada pelos manguezais da Barra da Tijuca, a Ilha da Gigoia é um pequeno arquipélago com 9 ilhotas cercadas pelas lagoas do Marapendi, da Tijuca e de Jacarepaguá que reúne um dos mais interessantes roteiros culturais e gastronômicos do Rio.


A Ilha esteve em nossa lista de desejos por muito tempo, mas por algum motivo que não conseguimos explicar, sempre deixávamos para a semana seguinte. Até que acordamos num sábado com desejo de um restaurante ao ar livre (fundamentais em tempos de pandemia) e lembramos de lá. Pegamos o carro e partimos rumo à Barra da Tijuca.

Para quem vem de metrô, o arquipélago fica bem próxima à Estação Jardim Oceânico e o barco que dá acesso ao local custa de R$ 2 a R$ 5. Também há passeios ecológicos por R$ 25 por pessoa que circulam as lagoas e os mangues da região, onde encontram-se diversas espécie de aves, macacos, capivaras e - pasmem! - jacarés.


Nosso roteiro pretendia ser bem mais modesto. Queríamos fazer algumas fotos e parar em algum restaurante que fosse recomendado por um morador do local. Para fugir de grandes aglomerações, evitamos os estabelecimentos mais famosos da região, como o Caiçara e o Bar do Cícero.


Nossa recomendação veio por acaso. Paramos um casal que estava cuidando das plantas da entrada de casa e pedimos uma indicação de bar. Eles foram enfáticos na recomendação: Cais Bar. E lá fomos nós.


Ok, para quem costuma frequentar a ilha, o Cais Bar não é tão desconhecido assim. Ele tem estrutura semelhante aos outros restaurantes do arquipélago: deck ao ar livre e acesso principal de barco. Como nós já estávamos em terra, descobrimos um acesso pela cozinha do restaurante para não ter que tomar uma nova embarcação.


O atendimento foi excelente. Funcionários prestativos, todos utilizando máscaras e mesas higienizadas. O cardápio é bastante variado, com destaque, claro, para os frutos do mar. Tomamos algumas cervejas (se não me engano, o valor da Original era de R$ 13) e pedimos uma porção de pastel de salmão, que foi um dos mais gostosos que já comi. Como a Duda estava querendo comer algo diferente de peixe, ainda pedimos uma porção de queijo coalho com geleia de pimenta.


Saímos de lá e ainda demos uma volta na ilha, que tem um por do sol incrível. Fora da pandemia, o roteiro cultural também é riquíssimo por lá, com festivais de música e arte, apresentações de bandas independentes e festas particulares badaladas. Sem dúvida, um refúgio capaz de agradar aos mais variados gostos.


Veja nosso vídeo no YouTube:


 
 
 

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Obrigada!

© 2023 por Thiago Chiappetta

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