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Nos pés da Pedra da Gávea, escondido entre o mar e a lagoa com um píer servindo de pano de fundo. Esse é o cenário da Praia dos Amores e do Quebra-Mar, dois cantinhos super charmosos localizados no canto esquerdo da Praia da Barra da Tijuca. Um local perfeito para fazer fotos, praticar exercícios, passear com crianças e até se hospedar.


Localizada na foz da Lagoa da Tijuca, bem no encontro com o mar, a Praia dos Amores é uma das menores praias do Rio de Janeiro. A faixa de areia é tão pequena que pode desaparecer na maré alta, mas suas águas calmas são ótimas para a prática de exercícios como canoagem e stand-up paddle. A orla é muito diferente do resto da Barra da Tijuca: enquanto a praia da Barra abriga prédios altos e modernos, a Praia dos Amores contrasta com casas simples, vilas e restaurantes instalados em residências.


A Praia dos Amores termina no Quebra-Mar, uma estrutura construída para proteger a orla das ondas. O píer avança mar adentro, criando um cenário magnífico para fazer fotos: dali é possível ver boa parte da extensa orla da Barra, o Morro da Joatinga, a Praia dos Amores e a imponente Pedra da Gávea. Em dias ensolarados o cenário impressiona.


Onde ficar:



A Praia da Barra (região do Pepê) reúne diversos hotéis, incluindo o Mercure, Íbis, Royalty Barra, Hotel Praia Linda e Windsor (esse um pouco mais afastado). No entanto, se você quer ficar exatamente na Praia dos Amores, recomendamos MUITO o Residencial Quebra-Mar (foto), uma pousada pé na areia com vista incrível para a praia. Os donos são uns amores, principalmente a Suellen, que cuida com muito carinho do espaço.

Ah, se for ao Residencial Quebra-Mar, diga que foi recomendada pela Duda e pelo Thiago!


Como chegar:


A estação Jardim Oceânico fica a cerca de 20 minutos andando da Praia dos Amores. Há algumas vagas limitadas próximas à Praia dos Amores, mas é preciso chegar bem cedo para garantir. Se puder vá de aplicativo ou táxi, assim você evita qualquer tipo de contratempo.


Onde comer:


Quiosque do Maick - É o único quiosque da Praia dos Amores. Ele fica exatamente de frente para a praia, num deck com vista para o mar. O local oferece menu variado, com destaque para os frutos do mar - muitos deles são pescados ali mesmo ou adquiridos na peixaria que fica atrás do quiosque. A estrutura é simples, mas o visual compensa.


Quiosque K08 - Localizado na Praia do Pepê, a cerca de 20 minutos da Praia dos Amores, o K08 é o quiosque mais descolado da praia. Ele é o reduto dos kitesurfistas e se destaca pelo ambiente “cool” - música alta, espreguiçadeiras na areia e dezenas de pranchas e pipas. Não se surpreenda se você ver algum artista tomando Corona ou comendo um poke por ali.

Avenida Olegário Maciel - É o Point noturno da Barra da Tijuca. Reúne dezenas de bares dos mais variados gostos e pode encher muito nos finais de semana. Por ali recomendamos o Bar do Elias (especializado em comida árabe), Bar do Adão (tem ótimos pasteis), Espetto Carioca ou o Seu Bar. Para quem gosta de frutos do mar, o Porto Frescatto é uma ótima pedida.


Barraca do Pepê - O quiosque que dá nome à praia funciona quase como um ponto de encontro. Divide a atenção do público mais descolado com o K08, mas tem estrutura um pouco mais simples. O destaque ali é o açaí, que eles chamam de “melhor do mundo”.

Na Brasa Columbia - Localizado na esquina da praia com a Olegário Maciel, o Na Brasa é especializado em carnes e vive lotado nos finais de semana. É um dos pós-praias mais disputados da região, por conta dos chopes e dos churrascos. Recomendamos que vá durante a semana.


Asa Rio Restaurante - Reduto da galera fitness-jovem-descolada, o Asa Rio é uma ótima opção para quem procura pratos mais saudáveis. O local tem cardápio variado e está inserido no burburinho da Av. Olegário Maciel, bem próximo à praia. Também não se surpreenda se encontrar artistas por ali.


O que fazer:

Praia dos Amores - Localizada no encontro da Lagoa da Tijuca com o mar, a Praia dos Amores é um cantinho escondido na Barra da Tijuca. O local é ótimo para praticar exercícios de praia e fica bem perto da Praia do Pepê e do Quebra-Mar (a caminhada por ali é ótima). As águas normalmente são limpas, mas podem sofrer com a poluição das lagoas da Barra da Tijuca. Evite ir após dias chuvosos


Praia do Pepê - A região mais frequentada da Praia da Barra tem faixa de areia extensa e é ótima pra praticar exercícios - desde futevôlei até kitesurf. Tem bons quiosques, ótimos hotéis e fica a poucos metros da Olegário Maciel, onde o pós-praia é fervilhante. Se você não é um praticante assíduo de esportes como nós, estique sua cadeira de praia e aproveite um dos banhos mais gostosos do Rio de Janeiro.

Quebra-Mar - É uma estrutura construída pelo homem para conter a força das ondas (e funciona!). Avança mar adentro e é ótimo para fazer fotos, já que reúne diferentes paisagens ao seu redor. Caminhe pela praia e pare ali para fotografar.


Ilha da Gigoia - Se tiver mais alguns dias no seu roteiro, a Ilha da Gigoia é uma ótima opção para combinar. Ela fica no meio da Lagoa da Tijuca e é facilmente acessada por barco. Para chegar lá, basta acessar o píer que fica na Av. Armando Lombardi, atrás do Shopping Barra Point. A ilha é repleta de restaurantes, pousadas e lojinhas. O circuito cultural por lá também é extenso.

 
 
 

Parece difícil de imaginar que a poucos metros de uma das mais movimentadas avenidas do Rio de Janeiro fica um dos bairros mais bucólicos da cidade. Isolada pelos manguezais da Barra da Tijuca, a Ilha da Gigoia é um pequeno arquipélago com 9 ilhotas cercadas pelas lagoas do Marapendi, da Tijuca e de Jacarepaguá que reúne um dos mais interessantes roteiros culturais e gastronômicos do Rio.


A Ilha esteve em nossa lista de desejos por muito tempo, mas por algum motivo que não conseguimos explicar, sempre deixávamos para a semana seguinte. Até que acordamos num sábado com desejo de um restaurante ao ar livre (fundamentais em tempos de pandemia) e lembramos de lá. Pegamos o carro e partimos rumo à Barra da Tijuca.

Para quem vem de metrô, o arquipélago fica bem próxima à Estação Jardim Oceânico e o barco que dá acesso ao local custa de R$ 2 a R$ 5. Também há passeios ecológicos por R$ 25 por pessoa que circulam as lagoas e os mangues da região, onde encontram-se diversas espécie de aves, macacos, capivaras e - pasmem! - jacarés.


Nosso roteiro pretendia ser bem mais modesto. Queríamos fazer algumas fotos e parar em algum restaurante que fosse recomendado por um morador do local. Para fugir de grandes aglomerações, evitamos os estabelecimentos mais famosos da região, como o Caiçara e o Bar do Cícero.


Nossa recomendação veio por acaso. Paramos um casal que estava cuidando das plantas da entrada de casa e pedimos uma indicação de bar. Eles foram enfáticos na recomendação: Cais Bar. E lá fomos nós.


Ok, para quem costuma frequentar a ilha, o Cais Bar não é tão desconhecido assim. Ele tem estrutura semelhante aos outros restaurantes do arquipélago: deck ao ar livre e acesso principal de barco. Como nós já estávamos em terra, descobrimos um acesso pela cozinha do restaurante para não ter que tomar uma nova embarcação.


O atendimento foi excelente. Funcionários prestativos, todos utilizando máscaras e mesas higienizadas. O cardápio é bastante variado, com destaque, claro, para os frutos do mar. Tomamos algumas cervejas (se não me engano, o valor da Original era de R$ 13) e pedimos uma porção de pastel de salmão, que foi um dos mais gostosos que já comi. Como a Duda estava querendo comer algo diferente de peixe, ainda pedimos uma porção de queijo coalho com geleia de pimenta.


Saímos de lá e ainda demos uma volta na ilha, que tem um por do sol incrível. Fora da pandemia, o roteiro cultural também é riquíssimo por lá, com festivais de música e arte, apresentações de bandas independentes e festas particulares badaladas. Sem dúvida, um refúgio capaz de agradar aos mais variados gostos.


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© 2023 por Thiago Chiappetta

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