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Nosso passeio preferido nesse período de reabertura tem sido descobrir novos restaurantes com mesas ao ar livre. Se o restaurante servir café da manhã, então, já entra na nossa lista de cara.


E com o Arp Bar não foi diferente. Estávamos procurando um lugar alternativo para fazer o desjejum e queríamos fugir dos estabelecimentos mais famosos (Colombo, Forte de Copacabana, Copacabana Palace, etc). A ideia era literalmente descobrir algum local.


Dito e feito. Em nossas infinitas pesquisas no Google, achamos o antigo restaurante do Hotel Arpoador e o site nos apontou para o Arp Bar. Furamos a nossa fila de prioridades e marcamos de visitar o local dois dias depois.


Chegamos antes das 8h e nos encantamos de primeira. O restaurante tem uma proposta pé na areia, com um ambiente interno e mesas dispostas no calçadão - literalmente de frente para o mar. A combinação de céu azul, mar agitado e café da manhã bem servido tirou todo o nosso mau humor de ter acordado cedo (ok, nem tão cedo assim). Fomos recebidos pelo simpático garçom Maicon, que já chegou com 2 sachês de álcool gel e 2 envelopes para guardar a máscara.


O menu é assinado pela renomada chef Roberta Sudbrack e tem esquema à la carte. O café da manhã completo custa R$ 71 por pessoa e inclui pães de fermentação caseira, frutas, ovos caipira, café, suco, frios e outros itens que você pede para fazer na hora (tapioca, por exemplo). Tudo muito bem feito.


O cardápio do café da manhã ainda inclui um item de quitanda feito diariamente pela chef. No dia que fomos, a surpresa foi um bolo de laranja com cobertura de laranja, o ponto alto do menu. Deu até tristeza dar a última mordida.


Pela localização e pela experiência pé na areia, achamos o valor justo. Valeu as nossas infinitas buscas no Google por um café da manhã em um lugar diferente.


Veja nossa experiência completa no canal no YouTube.





 
 
 

O Bistrô da Casa estava na nossa lista há alguns meses. Inaugurado em novembro de 2019, o local entrou na nossa lista de desejos ainda no final do ano passado -  graças a Duda que descobriu a casa pelo Instagram. Viajamos, trabalhamos, procrastinamos... veio a pandemia e só conseguimos conhecer o bistrô em julho, nove meses depois da abertura.


Foi o primeiro restaurante que fomos desde o início da pandemia. Chegamos ao topo da Ladeira da Glória e logo o receio de comer fora deu lugar a segurança. Fomos recebidos com checagem de temperatura, higienização e orientações sobre o funcionamento da casa durante a pandemia. Tudo tem sido cuidadosamente pensado para garantir a saúde dos clientes e funcionários.


Dito isso, vamos ao que interessa: o local encanta de cara. O Bistrô da Casa fica dentro da Casa da Glória, um espaço cultural e multiuso que ocupa um casarão revitalizado do século XVIII. Todas as mesas ficam ao ar livre, num espaço arborizado, bem decorado e com uma linda piscina (que claro, só serve de decoração em tempos de pandemia). O cardápio é fornecido por um QR Code colocado na mesa.


Nos finais de semana, o carro-chefe do bistrô é o brunch pela manhã e o happy hour na parte da tarde. Como nós tomamos café da manhã (burramente), optamos por pratos mais simples: Duda pediu um suco de laranja com uma porção de pão de queijo e eu optei por um café e uma canoa de pães com queijo gratinado. Tudo uma delícia. Nos outros dias, o bistrô também oferece pratos da culinária contemporânea assinados pelo chef Christiano Ramalho.


Por fim, passamos na icônica Igreja Nossa Senhora da Glória do Outeiro, que fica literalmente ao lado do bistrô. Tiramos mais algumas fotos e descemos a Ladeira da Glória com a certeza de que nossa primeira experiência gastronômica desse novo normal foi especial.




 
 
 

10 de junho é meu aniversário, 11 é feriado de Corpus Christi e 12 é dia dos namorados. Em condições normais, essas datas juntas seriam o pretexto perfeito para alguma comemoração especial - como uma viagem, por exemplo. Mas como você deve saber, não estamos vivendo momentos muito normais: em plena pandemia, nossa celebração de dia dos namorados teve que ser mais caseira. E o Via Sete transformou essa noite em algo super especial.


Localizado em um dos cruzamentos mais movimentados de Ipanema - entre as ruas Garcia D’Ávila e Barão da Torre, o Via Sete é um dos restaurantes mais legais do bairro (também há uma filial no Centro do Rio). Longe dos valores exorbitantes, ele oferece um ambiente descolado e sustentável (que ainda não pudemos conhecer), um menu muito diversificado e bebidas especiais - que vão desde bons drinks até cerveja de marca própria. O local utiliza ingredientes de produtores certificados e segue políticas da WWF há mais de 10 anos.


Para celebrar o dia dos namorados, eu e Thiago escolhemos o mesmo prato: filé mignon na brasa com batata assada ao creme de gorgonzola e queijos, um dos mais pedidos da casa. Nosso pedido não poderia ter sido mais assertivo. O prato é super bem servido, muito saboroso e ainda veio acompanhado com duas garrafas de cerveja Pilsen (de fabricação própria) e uma garrafa de espumante. Para complementar, criamos um ambiente intimista em plena cozinha da minha casa, com luz baixa, corações de papel e fotografias na parede. Me senti no próprio restaurante.



O menu do Via Sete ainda inclui saladas, entradinhas, grelhados, hambúrgueres e opções veganas. Nossa experiência foi tão agradável que já planejamos uma visita ao restaurante quando toda essa pandemia acabar (faremos um novo post aqui no blog com a nossa experiência in loco).


O delivery está disponível todos os dias das 11h30 às 22h pelo WhatsApp, iFood ou Rappi.


 
 
 

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© 2023 por Thiago Chiappetta

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