Não é difícil explicar o fascínio dos turistas por Carneiros. A praia segue à risca todas as características de um destino paradisíaco do Nordeste. Piscinas naturais? Tem! Água cristalina? Tem também! Orla salpicada por coqueirais? Check! E para completar, a famosa Igreja de São Benedito como pano de fundo.
Como dissemos nesse post, conhecemos a Praia dos Carneiros pelo o caminho oposto ao roteiro convencional: saímos de Maragogi - onde passamos três ótimos dias -, e fizemos um pit stop em Carneiros antes de seguir para Porto de Galinhas, onde passaríamos mais quatro noites. Ao passar pelo litoral alagoano antes, ficamos com a impressão de que comemos a parte mais gostosa do bolo primeiro e deixamos a cereja pro final.
Isso não quer dizer que a Praia dos Carneiros tenha nos decepcionado, mas fomos sabendo de algumas características típicas do local: o acesso por conta própria não é fácil, a estrutura na areia é quase inexistente e os turistas são dependentes dos restaurantes da praia. Por isso vale tanto a pena chegar lá por agências de turismo.
No nosso caso, a logística foi toda pensada pela guia Edjane da Costazul Turismo (falamos dela no post sobre a viagem completa de Maragogi e Porto). Saímos de Maragogi de mala e cuia - literalmente -, e deixamos tudo no ponto de apoio mais famoso da praia, o Restaurante Bora Bora.
O restaurante Bora Bora
O Bora Bora vai muito além de restaurante: opera como uma espécie de clube e tem disparada a melhor estrutura da região, com chuveirões, bares, lojas, guarda-volumes, atividades recreativas e diversos ambientes. O cardápio tem centenas de opções incluindo carnes, peixes, massas, sobremesas, petiscos e bebidas. Pela proposta do local, imagine que os valores não são muito baixos. Esteja preparado para gastar.
Dica da Duda: O Bora Bora fica a cerca de 20 minutos de caminhada da Capela de São Benedito. Verifique a tábua de marés para chegar e voltar de lá, já que na maré alta pode faltar areia.
O passeio de catamarã
Largamos nossos pertences e embarcamos no famoso passeio de catamarã de Carneiros - mais uma cortesia cedida pela Jane. Para quem não deseja caminhar na areia, ele é uma boa alternativa para chegar à Capela de São Benedito. A primeira parada do passeio é bem ali em frente, com cerca de 10 minutos para mergulhos e fotos na igreja.
A Igreja é talvez o local mais fotogênico de todo o litoral pernambucano. A mistura de arquitetura rústica, águas cristalinas e coqueirais ao fundo forma o pano de fundo perfeito para boas fotos. Ficaríamos ali por horas contemplando aquele cenário.
Já o passeio de catamarã não é lá essas coisas. Passa-se muito mais tempo dentro do barco com animadores do que nas praias. Além da igreja, a embarcação faz outras duas paradas: na Praia de Guadalupe (com o famoso banho de argila) e num banco de areia bem em frente ao Bora Bora.
Aproveitamos o final da tarde para curtir o banho de mar de Carneiros, que é ótimo na maré cheia. Por fim, pegamos nossas malas e partimos numa empresa parceira da Costazul Turismo rumo à Porto de Galinhas. O dia ainda nos reservava mais um check-in.
Porto de Galinhas e Maragogi formam o circuito das piscinas naturais mais desejadas do Brasil. E de fato, elas fazem jus à grande procura dos turistas. Em menos de 200 quilômetros você encontra dezenas (ou centenas) de praias com águas cristalinas, vilarejos charmosos, resorts gigantescos, pousadas com selo internacional e cidades que se completam nas diferenças. Tudo isso sem falar das duas ótimas capitais - Recife e Maceió -, que servem como base para desembarque na região.
Nossa primeira viagem para Porto de Galinhas e Maragogi foi no feriado do réveillon e começou pela capital pernambucana. O planejamento inicial era ficar apenas em Porto, mas como tínhamos bastante tempo de viagem - 6 dias inteiros -, resolvemos incluir o litoral alagoano no roteiro.
Desembarcamos no Recife e esperamos algumas horas na cidade até seguir para Maragogi (sim, passamos por Porto de Galinhas direto antes de ir pra lá). O translado foi feito pela excelente Costazul Turismo, empresa líder em passeios e transfers para a cidade alagoana. Chegamos no final da noite, com tempo apenas para o check-in na pousada.
Por quê do Recife para Maragogi?
Na verdade, fomos para Maragogi no início da viagem para evitar um conflito de datas. Desembarcamos no Recife dia 25 de dezembro e nosso planejamento inicial era ficar na capital pernambucana por dois dias, chegando em Porto dia 27. Para conhecer Maragogi, optamos por não ficar no Recife e começar a viagem por lá, chegando em Porto dia 28 (sim, abrimos mão de uma diária na cidade para ficar mais um dia em Maragogi).
Quer uma dica? Faça o roteiro mais óbvio. Se desembarcar em Maceió, comece por Maragogi. Se desembarcar no Recife, vá primeiro para Porto de Galinhas. Se for possível, chegue pelo Recife e retorne por Maceió.
Resumo do roteiro:
Dia 1: Maragogi: piscinas naturais e passeio de buggy pelo Litoral Norte (Barra Grande, Ponta de Mangue, Antunes e Xaréu)
Dia 2: São Miguel dos Milagres: bate-volta saindo de Maragogi com passeio de buggy ( Praia de Lages, Mirante do Tatuamunha, Fonte Milagrosa, São Miguel dos Milagres e Porto da Rua)
Dia 3: Praia dos Carneiros e chegada em Porto de Galinhas
Dia 4: Porto de Galinhas: Praia do Centro
Dia 5: Porto de Galinhas: Passeio e buggy Ponta a Ponta
Dia 6: Porto de Galinhas: Praia do Centro, pôr-do-sol no Pontal de Maracaípe e Réveillon Muru Muru
Dia 7: retorno para casa
Dia 1: Maragogi: piscinas naturais e passeio de buggy
O primeiro dia foi intenso. O auge da maré baixa era por volta das 9, portanto exigia que acordássemos cedo. Por volta das 8h já estávamos na base para as piscinas naturais (que ficam na Praia de Maragogi) e embarcamos no catamarã pouco depois.
Existem três tipos de embarcação que vão às piscinas naturais: catamarãs, barcos ou lanchas. Optamos pelas lanchas pelo tempo de passeio: enquanto os catamarãs demoram até 40 minutos para chegar nas piscinas e levam dezenas de turistas, as lanchas chegam em 7 minutos e abrigam menos de 10 pessoas. A diferença entre os dois não chega a R$ 20.
Fomos uma das primeiras lanchas a desembarcar nas piscinas naturais e conseguimos pegar o local quase vazio. Não vou me alongar na descrição porque as fotos falam por si, mas sim, é tudo aquilo que dizem.
O passeio total dura cerca de 1h30. No final da manhã, já estávamos livres para conhecer outro lugar.
A ânsia de conhecer tudo nos levou a mais um passeio pago: contratamos um dos bugueiros para desbravar as outras praias do município de Maragogi.
São dois roteiros que fazem os passeios de buggy por Maragogi: o que percorre o Litoral Norte e o Litoral Sul. Optamos pela primeira opção por recomendações de amigos.
O passeio dura cerca de 3 horas e passa pelas praias de Barra Grande, Antunes, Xaréu e Ponta de Mangue. Destaque para Barra Grande, com seu famoso banco de areia que avança mar adentro na maré baixa, e Antunes, que pra nós é a praia mais bonita de Maragogi.
Almoçamos num restaurante em Ponta de Mangue, última praia do roteiro, e voltamos para o hotel.
Dica da Duda: os buggys são proibidos de percorrer as areias de Maragogi. Vá preparado para encarar boa parte do percurso em estrada pavimentada.
A noite de Maragogi não tem a fama de Porto de Galinhas. De fato, a cidade não tem o centrinho da vizinha pernambucana, mas reúne bons (e baratos) restaurantes e bares na orla da praia principal. Como não procurávamos restaurantes premiados e cervejas artesanais, paramos num bar com música ao vivo, cerveja barata e uma excelente carne de sol.
Dia 2: São Miguel dos Milagres: bate-volta saindo de Maragogi com passeio de buggy
Com mais dias, você pode conhecer todas as praias da região com calma. Não era o nosso caso. No penúltimo dia em Maragogi, optamos por conhecer São Miguel dos Milagres e a Rota Ecológica, um dos destinos mais bonitos e intocados do litoral nordestino.
Fomos mais uma vez no confortável ônibus da Costazul Turismo. Aqui vale uma menção honrosa à incrível Edjane, guia que nos recebeu e montou esse roteiro pra gente.
Dica da Duda: Vai para Maragogi? Entre em contato com a Costazul Turismo e procure a guia Edjane!
Descemos em Porto de Pedras, pequeno município histórico a cerca de 60 quilômetros de Maragogi. A base para os passeios na região é a Associação Peixe-Boi, que realiza projetos de proteção ao animal em parceria com a comunidade ribeirinha. De lá, pegamos o buggy da Patacho Receptivo para desbravar as praias da cidade.
Dica da Duda: Para quem gosta de expedições, a Associação do Peixe Boi também organiza passeios diários para observar o animal em seu habitat, a Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais. O passeio custa R$ 50 e pode ser contratado ali mesmo na associação.
O passeio dura cerca de 1h30 e passa nos principais pontos: Praia de Lages, Mirante do Tatuamunha, Fonte Milagrosa, São Miguel dos Milagres e Porto da Rua. O ponto alto do passeio é a Praia de Lages, de longe a praia mais bonita que conhecemos na Rota Ecológica.
Terminamos o dia no Milagres do Porto, uma mistura de clube, restaurante e receptivo na Praia de Porto da Rua. Almoçamos uma deliciosa chapa de churrasco misto, cortesia da Costazul Turismo e do restaurante local.
Mozão botando o popoti pro alto na Praia de Lages, a mais bonita da Rota Ecológica (Foto: Duda Iannuzzi)
Dia 3: Praia dos Carneiros e chegada em Porto de Galinhas
Geralmente os turistas fazem o caminho oposto ao nosso: vão para Carneiros em bate-volta a partir de Porto de Galinhas. Isso faz gerar nos turistas uma ótima impressão ao chegar na famosa praia da igrejinha, já que ela é - na nossa humilde opinião - mais bonita do que as praias de Porto.
No nosso caso, o caminho inverso diminuiu as nossas expectativas - e isso não significa que Carneiros seja uma praia feia (muito pelo contrário). Mas ao passar pelo litoral alagoano antes, ficamos com a impressão de que comemos a parte mais gostosa do bolo primeiro e deixamos a cereja pro final.
Fizemos o check-out em Maragogi rumo à Porto de Galinhas com uma parada estratégica de um dia inteiro em Carneiros. A logística foi toda pensada pela incrível guia Edjane da Costazul Turismo, que nos arrumou um traslado parceiro ao final do dia para chegar em Porto (a Costazul opera em Maragogi, mas não realiza o trecho Carneiros-Porto). Sim, levamos todas as nossas malas para Carneiros.
Nosso ponto de apoio foi o Bora Bora, uma mistura de restaurante, bar de praia e clube. O local é separado em diversos ambientes e tem cardápio com bebidas e comidas variadas, sendo um ótimo ponto de apoio para grupos e famílias. Edjane (sempre ela!) conseguiu um espaço mais exclusivo sem nenhum custo adicional, além de um petisco e dois drinks.
Dica da Duda: O Bora Bora fica a cerca de 20 min a pé da famosa Capela de São Benedito. Verifique sempre a tábua de marés para não passar perrengue na volta, já que na maré cheia pode faltar areia para caminhar.
Largamos nossos pertences no Bora Bora e embarcamos no famoso passeio de catamarã de Carneiros. Para quem não deseja caminhar na areia, ele é uma ótima alternativa para chegar à Capela de São Benedito. A primeira parada do passeio é bem ali em frente, com cerca de 10 minutos para mergulhos e fotos na igreja.
O passeio - que não é lá essas coisas - tem outras duas paradas: a Praia de Guadalupe (com o famoso banho de argila) e um banco de areia bem em frente ao Bora Bora. Vale a pena? Pelo tempo dedicado a cada ponto, não. Passa-se muito mais tempo dentro do barco com animadores do que nas praias.
Aproveitamos o final da tarde para curtir o banho de mar de Carneiros, que é ótimo na maré cheia. Por fim, pegamos nossas malas e partimos numa empresa parceira da Costazul Turismo rumo à Porto de Galinhas. O dia ainda nos reservava mais um check-in.
Dia 4: Porto de Galinhas
Em Porto, ficamos na ótima Pousada das Bromélias, que fica bem perto do centro e a poucos passos da Praia de Porto de Galinhas. Depois de 3 dias com passeios intensos, optamos por montar base ali na areia e aproveitar o dia sem pressa. E não poderíamos ter feito escolha melhor.
Como já dissemos aqui nesse texto, Porto de Galinhas fica superlotada no réveillon, mas ainda é possível encontrar alguns pontos de relativo sossego nas praias. Montamos barraca no canto direito da Praia de Porto de Galinhas, bem no final das piscinas naturais (onde o mar ainda é calmo). Como já havíamos conhecido as Galés de Maragogi, sequer cogitamos ir às piscinas pernambucanas, que estavam lotadas.
Barganhamos com um dos barraqueiros e conseguimos fugir da extorsão clássica de consumação mínima nas barracas. Quer dizer, mais ou menos: no final das contas, a fome nos fez pagar por um petisco na barraca da praia. Nada nos tiraria daquela praia naquela tarde.
À noite, fomos ao centrinho e encontramos um casal de amigos de Goiânia que fizemos em Carneiros no dia anterior (alô Cássio e Mari, não esquecemos da nossa viagem na Chapada, ok?)
Dia 5: Porto de Galinhas: Passeio de buggy Ponta a Ponta
A teimosia e o medo de não conhecer tudo nos fez optar pelo tradicional Ponta a Ponta, o passeio mais famoso de Porto de Galinhas depois das piscinas naturais.
Acho que o passeio já está tão descrito nos blogs de viagem que não vale explicar novamente. Fica apenas a nossa opinião: se puder, conheça cada um dos pontos do passeio (Porto de Galinhas, Macaraípe, Pontal de Maracaípe, Cupe e Pontal do Cupe) por conta própria. O final da tarde foi na piscina da pousada.
O centrinho fervilhava na noite da antevéspera de réveillon. Por indicações de amigos, jantamos no BarCaixeira - restaurante famoso por seus escondidinhos de macaxeira -, e não poderíamos ter feito escolha melhor!
Dia 6: Porto de Galinhas: Praia do Centro, pôr-do-sol no Pontal de Maracaípe e Réveillon Muru Muru
O dia 31 de dezembro marcou nosso último dia de viagem. Saímos um pouco mais tarde da pousada e nossa expectativa era repetir a dose na Praia do Centro, mas fomos convencidos pelos nossos amigos de Goiânia de ir à Maracaípe. Nossa passagem por lá havia sido curtíssima no dia anterior.
Fomos para ficar até o pôr-do-sol e estacionamos na foz do Rio Maracaípe. O local tem estrutura rústica e - dizem - o melhor entardecer de Porto de Galinhas. As nuvens nos impediram de comprovar pessoalmente esse fenômeno.
O réveillon Muru Muru. Open tudo de frente pro mar (Foto: Thiago Chiappetta(
Pegamos um Uber e voltamos para a pousada para nos prepararmos para o ano novo. Passamos a virada na festa Réveillon Muru Muru, realizada no Restaurante Itaoca, em frente a um dos pontos de queima de fogos da praia.
Explicamos os detalhes da festa nesse post aqui, mas aqui vai um spoiler: a virada superou as nossas expectativas!
Finalizamos a viagem no primeiro nascer do sol de 2020. Só foi o tempo de cochilar, tomar um banho, arrumar as malas e partir para o aeroporto.
Pipa logo depois do carnaval: vazia (Foto: Thiago Chiappetta)
Pipa entrou no nosso roteiro "por acaso". A ideia inicial era de apenas pernoitar no vilarejo, já que muitos dizem que o bate-volta por empresas de turismo não mostra quase nada do que o local tem a oferecer. No entanto, um pequeno contratempo nos fez mudar de ideia no meio da viagem: o clima. Se Natal previa dias nublados e alta possibilidade de chuva (chegamos a ter um passeio cancelado no início da viagem por conta do tempo), Pipa estava com dias surpreendentemente ensolarados. Abandonamos duas diárias na capital potiguar e partimos rumo à vila.
Nossa escolha não poderia ter sido melhor. Pipa preenche todos os requisitos de um excelente vilarejo de litoral. Ótima estrutura hoteleira, um centrinho arrumado para bater pernas à noite, restaurantes e bares de todos os gostos e algumas das praias mais bonitas da costa potiguar. Quer saber quais são as melhores? Confere aí:
Praia do Centro
A praia mais frequentada tem um dos banhos mais gostosos de Pipa. Situada no pé da falésia que abriga o centrinho, a Praia do Centro reúne boas opções de barracas restaurantes à beira-mar e muda de paisagem de acordo com a maré: na baixa, abriga ótimas piscinas naturais. Na alta, o mar raso ganha um banho delicioso, mas perde uma quantidade considerável de faixa de areia. Fica a poucos degraus (ou rampas) do burburinho, e por isso também costuma ser a praia mais cheia da região.
Praia do Amor
É na Praia do Amor que os turistas formam filas para tirar a tradicional foto no topo da falésia (também chamada de Chapadão). Apesar de ser um dos principais cartões-postais da vila, a Praia do Amor tem ondas fortes e por isso, é mais frequentada pela galera do surf. Fica a cerca de 15 minutos a pé do centrinho, e pode ser acessada pela areia na maré baixa, e pela falésia na maré alta.
Praia Baía dos Golfinhos
Na nossa humilde opinião, é disparada a praia mais bonita de Pipa e uma das mais bonitas do Nordeste. Localizada a cerca de 10 min a pé da Praia do Centro (sentido oposto à Praia do Amor), Baía dos Golfinhos tem águas calmas, rasas e estrutura rústica de barracas. É o local de desembarque das escunas que realizam passeios para contemplação dos golfinhos, que aparecem com muita frequência por lá.
Baía dos Golfinhos: a praia mais bonita de Pipa (Foto: Thiago Chiappetta)
Praia Sibaúma
Um pouco mais afastada do Centro, Sibaúma fica na divisa com Barra do Cunhaú, já no final do município de Tibau do Sul (onde fica Pipa). A praia faz parte de um dos roteiros do tradicional passeio de Jeep e abriga um dos fenômenos mais legais da região: quando a maré começa a encher, formam-se "cachoeiras" naturais nos corais da praia.
Praia do Madeiro
Não conhecemos, mas vale a menção. Recebemos uma infinidade de recomendações sobre a Praia do Madeiro, mas não tivemos tempo de conhecer. Ela fica um pouco mais afastada do Centro - mais perto da entrada do vilarejo - e tem acesso por uma escadaria que conecta a areia ao topo da falésia. Considere pegar táxi ou van para chegar lá a partir do Centro.